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terça-feira, 18 de outubro de 2016

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segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A libertação do sertão do Campo Grande dos quilombolas e índios



http://www.siaapm.cultura.mg.gov.br/modules/fundos_colecoes/brtacervo.php?cid=12


Neste belíssimo documento do Arquivo Público Mineiro podemos ler como foi libertado o sertão do Campo Grande dos quilombolas e índios tapuias que dominavam a região desde finais do século XVII, impedindo a colonização portuguesa de toda região. O capitão-do-mato Bartolomeu Bueno do Prado foi contratado pela Coroa portuguesa para essa verdadeira guerra que trucidou esses quilombos e tribos remanescentes entre os anos de 1756 a 1759. Em 1760 a região estava já "desinfestada" como era a expressão da época. Pouco depois, em 1765, os irmãos Costa Guimarães, Amaro, Joaquim, João e José, se apossaram de terras onde hoje é o município de Dores do Indaiá, constituindo-se, assim, nos primeiros assentados neste vasto território à esquerda do Alto São Francisco.

Bartolomeu Bueno do Prado, foi descendente de ilustres bandeirantes e cidadãos de São Paulo. Seu bisavô foi o lendário Amador Bueno do Prado, aclamado o primeiro "Rei de São Paulo", quando da independência de Portugal da Espanha, em 1640. Entretanto, Amador jurou fidelidade ao novo rei português, D. João IV, e não aceitou a rebelião contra a Coroa portuguesa. Morreu muito idoso e admirado por todos na Capitania de São Paulo. Bartolomeu teve entre seus ancestrais os três Anhangueras.

Em 1760, vencidas as batalhas do Campo Grande, voltou para a região onde sua família já habitava há algumas décadas: Carrancas, Lavras do Funil (atual Lavras), Três Pontas, Três Corações. Em Carrancas e Lavras, participou com meu pentavô, José Corrêa de Arzão, pai de Manuel Corrêa de Souza, um dos sesmeiros fundadores de Dores do Indaiá, da transferência da sede paroquial de Carrancas para os Campos de Sant'Anna das Lavras do Funil. O memorial em que esses dados estão registrados foram recolhidos como documento da Cúria Diocesana de Campanha pelo historiador de Ribeirão Vermelho, próximo a Lavras, Marcio Salviano Vilela e publicados no seu livro "A Formação Histórica dos Campos de Sant'Ana das Lavras do Funil", Lavras, Editora Indi, 2007 (pp. 52-53), que reproduzimos logo abaixo.


Transcrição da Petição da Transferência da Sede Paroquial de Carrancas para os Campos de Sant'Ana das Lavras do Funil (mudança da Matriz de N.S. da Conceição de Carrancas para a Matriz de Sant'Ana de Lavras). 

"Petição de Matriz / 1760

Dizem os aplicados da Capela de Senhora Sant'Ana das Lavras do Funil filial da Matriz de N. Sra. da Conceição das Carrancas abaixo assinados que eles suplicantes apetecem se faça Matriz da dita Capela de Senhora Sant'Ana, tanto por se acharem para ela congregados a maior parte dos moradores de toda a freguesia, como porque além da capela já feita estão os ditos aplicados continuando na fatura de um novo corpo da Igreja anexo à dita Capela que pretendem fique já feita só servindo para capela-mór, e o tal corpo é com suficiência muito bastante para Matriz, como se pode ver da informação de seu mesmo pároco (que junta oferecem), tudo para melhor serviço de Deus, assim pelas razões preditas como pelo que se colhe do capítulo primeiro que  o Revdo. Dr. Visitador foi servido declarar na visitação que fez na dita freguesia em agosto do presente ano de mil setecentos e sessenta, que também junto oferecem o seu teor: que à visita de tudo requerem a V. Excia. Revma. os prefira no caso de se fazer nova Matriz, e que no tal caso se digne a paterna grandeza de V. Excia. Revma. mandar que o Revdo. Vigário se mude logo para na dita capela já feita ir exercitando as obrigações paroquiais para com mais fervor concluir a nova Igreja principiada; e precisamente os ditos suplicantes têm tido e hão de ter avultada despesa com a sobredita obra; rogam a V. Excia. Revma. Assim o conceda sem que para isso lhes seja necessário recorrer mais uma vez, atenta a distância, visto o revdo. Pároco ter tido o que se lhe oferece na sobredita, conclusa a certidão; e outrossim anexa a mesma graça a de que o dito Revdo. Pároco possa benzer todo, ou parte do âmbito, da nova Igreja, e adro, se necessário for, acabada que seja; que por tudo rogarão a Deus N. Senhor pela vida e aumento da V. Excia. Revma., que o mesmo Senhor prospere em tudo. E.R.M."

Assinado:

"Bartolomeu Bueno do Prado, André Spínola de Castro, Diogo Bueno da Fonseca, Manoel Francisco Xavier Bueno, João Francisco do Vale, Manoel Sanches Teixeira, Francisco Xavier da Cruz, Luís José Fernandes, Luís Gomes Salgado, Teodósio de Morais, Domingos Gonçalves de Carvalho, Vicente Francisco, Bento de Barros Bicudo, Inácio Caetano Viera, Manuel José Reis, Maximiano de Freitas, João Rodrigues da Fonseca, Antônio Soares Moniz, Antônio da Silva Novo, Rafael de Araújo Pimenta, Simão Gonçalves Reis, João Golinha, Inácio Martins Flores, Joaquim Pires Vieira, Matias Dias Pegado, Inácio Ferreira de Souza, Manoel de Morais, Antônio Carneiro Bastos, José Nogueira Pessoas, Antônio de Álvares, Antônio Pereira da Maia, José Rodrigues do Amaral, Teodósio, Manoel Fernandes da Mota, Antônio Luís dos Santos, José Joaquim da Costa Gouveia, Antônio da Mota Ferreira, Domingos de Sousa, João da Silva Bueno, João Rodrigues Grilo, Inácio de Souza Pereira, Manoel da Costa Vale, Manoel da Silva Leme, José Corrêa de Arzão, João Gonçalves de Almeida, Francisco Marques Neves, Estevão Rodrigues, Diogo Martins Queirós, Francisco da Costa Silva, Antônio de Sousa, Manoel Rodrigues Chaves, Estevão Corrêa de Arzão, João Marques Padilha, Tomé Rodrigues das Neves, Manoel Marques da Fonseca, Inácio de Azevedo Coutinho."

"Aos 21 de novembro de 1760, D. Manoel da Cruz, atendendo a essa petição, concedeu licença por Provisão para elevar a Capela de Sant'Ana em Igreja Matriz."

Como se pode ver no texto acima, os irmãos José Corrêa de Arzão e Estevão Corrêa de Arzão, residentes em Carrancas (MG) foram signatários do pedido de transferência da sede paroquial para Lavras do Funil. Ambos são descendentes do judeu flamengo Cornélio de Arzão, cuja biografia já foi por duas vezes postada neste blog. José Corrêa de Arzão, anos antes, havia mudado seu nome que era Cornélio Corrêa de Arzão. As razões desta insólita mudança de nome já foram abordadas nesta postagem, provavelmente para fugir ao estigma de descender de um judeu perseguido pela Inquisição portuguesa no Brasil, representada pelos padres jesuítas de São Paulo. 

De qualquer forma, pode-se deduzir que os irmãos Corrêa de Arzão tinham a mesma origem paulista de Bartolomeu Bueno do Prado. Possivelmente eram amigos. Vinte e oito anos depois, o filho de José Corrêa de Arzão, Manuel Corrêa de Souza, meu tetravô, obteve uma sesmaria no sertão do Campo Grande, agora mais ou menos pacificado após a destruição dos quilombos e partiu com sua pequena família, usando da Picada de Goiás, tendo se assentado na Fazenda dos Patos, nas proximidades da futura Dores do Indaiá. Manuel Corrêa de Souza doou o terreno onde foi construído o núcleo inicial da futura Vila. Também contribuiu na construção da capela, depois igreja de São Sebastião, bem no centro do arraial fundado, hoje Praça Alexandre Lacerda, em Dores.